As drogas afetam a mente e destroem a criatividade.

AS DROGAS AFECTAM A MENTE

Crédito fotográfico: Alamy

Normalmente, quando uma pessoa recorda algo, a mente é muito rápida e a informação vem–lhe rapidamente. Mas as drogas borram a memória, ao causar pontos em branco. Uma pessoa não consegue obter informações nessa confusão nebulosa. As drogas fazem a pessoa sentir–se lenta ou estúpida e causam–lhe fracassos na vida. E quanto mais falhas ele tem e a vida se torna mais dura, ele quer mais drogas para o ajudar a lidar com os problemas.

AS DROGAS DESTROEM A CRIATIVIDADE.

Uma mentira sobre as drogas é que elas ajudam uma pessoa a se tornar mais criativa. A verdade é completamente diferente.
Alguém que está triste poderia usar drogas a obter um sentimento de felicidade, mas não funciona. As drogas podem levantar uma pessoa a um engodo do tipo de contentamento, mas quando a droga se dissipa, ela cai mais profundamente que antes. E a cada momento, o mergulho emocional é mais baixo e mais baixo. No final, as drogas vão destroçar completamente a sua criatividade.
“Durante o tempo todo que estava drogado pensava que tinha controlo sobre a minha vida e que estava bem. Porém destruí tudo o que construira e lutara na minha vida. Cortei os laços com todos os meus amigos livres de drogas e com a minha família, portanto, não tinha amigos mas colegas de drogas. Todos os dias eu pensava numa coisa: o meu plano para conseguir o dinheiro que precisava para as drogas. Faria qualquer coisa possível para conseguir a minha anfetamina – era a única coisa na minha vida.”– Pat
“Sentia que era mais divertida quando estava bebada. Logo depois de começar a beber, fui introduzida à marijuana. Mais tarde, quando estava a fumar marijuana na casa de um amigo, alguém puxou um saco de cocaína. “Snifar” cocaína tornou–se rapidamente um hábito diário. Roubava diariamente dinheiro do negócio dos meus pais e dos meus avós para sustentar os meus hábitos de álcool, cocaína, marijuana e LSD. Daí apresentaram–me OxyContin e comecei a consumi–lo regularmente. Aí entendi que estava dependente, ao consumir OxyContin diariamente. Precisava de algo mais forte e apresentaram–me a heroína. Nada me pararia de ficar “alta”. O meu vício estava a aumentar. E sempre que eu tentava livrar–me dele, a ânsia física impelia–me para mais.” – Edith

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